Eu sempre achei, romanticamente, que todo mundo devia ter alguma coisa especial. E me perguntava se existia alguém que fosse totalmente especial, ou totalmente desperezível, sem qulidade nenhuma. Well, acho que a segunda pergunta eu respondi...
Ela é chata, inoportuna, burra, desinteressante, feia, tem um cabelo medonho e espigado, com um sotaque horrível, mal humorada, apegada a seu caminho de todo dia, nem um passo fora. Não sabe conversar, sempre tá reclamando de tudo, não se sabe de um assunto que a interesse, tipo fotografia, moda, arte, futebol, cinema, comida, qualquer dessas futilidades que fazem a vida mais gostosa (e que todo mundo escolhe alguma ou várias pra se entreter). Não que ela seja tímida, não é. Mas ela é amarga, mal humorada, sem graça. Vem falar com você e você sente aquele desconforto... Tem um filho pentelho de cinco anos, um moleque mal educado, chato, daqueles que fica te puxando o braço pra fazer o que ele quer, gritando, e que vc não vê ela repreender quando faz isso. Ela é sozinha, não se sabe quem foi o mártir que ajudou a colocar o menino no mundo. Unanimidade: ninguém discorda de tudo o que eu acabei de dizer. Me pergunto se haverá algo nela que faça com que as pessoas não tenham vontade de dizer tchau. Maldade minha? Não, my friend... Maldade foi a dela de me convidar pra almoçar na casa dela domingo. Só eu e o Léo, Fer vai estar viajando.
Wednesday, October 26, 2005
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1 comentários:
Pôxa...
Beijos, fofinha.
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